Empreender é uma linha reta, mas é preciso entender as curvas para alcançar o sucesso.

Geo Mancini CCO da Agência Mancini

O nosso dia a dia é repleto de exemplos de empreendedorismo. O smartphone que usamos a todo instante e que virou uma plataforma de trabalho altamente eficaz, há poucos anos atrás era apenas um protótipo que virou realidade na mão de pessoas visionárias e empreendedoras. Steve Jobs, Bill Gates, Mark?Zuckerberg, Jeff Bezos e outros grandes nomes da nova tecnologia representam a estirpe maior do sucesso desta nova realidade tecnológica que não para de se transformar.

Seja com esta turma que ganhou fama planetária e que transformou o mundo, ou com aqueles empreendedores que se esforçam para dar vida para as suas ideias aparentemente mais simples, a vontade de fazer acontecer é incessante.

E todos nós sabemos que no meio do caminho – da linha reta entre a ideia e a realização – existem curvas que podem ditar o sucesso ou o fracasso de um projeto. E é neste ponto, que o empreendedor precisa se concentrar pra não colocar tudo a perder.

Os altos e baixos são, sem dúvida, os maiores aprendizados de alguém que quer empreender. E é na baixa que aprendemos a construir os acertos a partir de erros que cometemos quando estamos construindo algo.

Aprender com os erros é evoluir de forma consistente, é eliminar lixos materiais e mentais que não te levarão para a frente. É ganhar approach para seguir evoluindo sempre.

Uma pesquisa realizada este ano pela startup Expert Market com sede no Texas (EUA) e feita em parceria com o Banco Mundial, apontou aonde estão os empreendedores mais determinados do planeta, aqueles que além de ter a garra do empreendedorismo, precisam ser mais arrojados em função das dificuldades locais e de fatores que remam contra a maré de quem quer navegar em algo?novo, como: tempo para se registrar uma empresa, burocracia e custos altos para se iniciar um novo negócio.

Neste ranking, Botsuana aparece em primeiro, seguido de Malta, Timor-Leste e Gabão. O Brasil, com tanto potencial criativo e empreendedor, infelizmente vem em 5º lugar e se junta a?países como Belize, Bulgária e Croácia.

Por aqui como se vê, além da força de vontade em empreender, temos que nos desdobrar e ter algo mais se quisermos conquistar o sucesso. São pontos negativos que aumentam o desafio do empreendedor brasileiro, mas que ao mesmo tempo o prepara de forma mais consistente para ganhar o mundo, dependendo da sua ideia.

De uma forma ou de outra, o olhar do empreendedor sempre foi e continuará sendo bastante otimista. Independente dos obstáculos, a regra é continuar avançando sem parar.

Que assim seja!

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